Case Tchê Turbo

De avaliação de desempenho para gestão contínua de cultura + performance.

Como uma das melhores empresas para trabalhar no Rio Grande do Sul eliminou a avaliação de desempenho tradicional e construiu um novo modelo para gerir cultura, performance e pessoas ao longo do ano.

Leitura mais contínua e real da performance dos timesGanho de tempo e eficiência no RHAté 4 check-ins por anoLeitura por time, não só individual
Case Tchê Turbo

De avaliação de desempenho para gestão contínua de cultura + performance.

Como uma das melhores empresas para trabalhar no Rio Grande do Sul eliminou a avaliação de desempenho tradicional e construiu um novo modelo para gerir cultura, performance e pessoas ao longo do ano.

Leitura mais contínua e real da performance dos timesGanho de tempo e eficiência no RHAté 4 check-ins por anoLeitura por time, não só individual

O que esse case revela sobre a sua avaliação de desempenho:

Sua avaliação pode estar seguindo o manual à risca, e mesmo assim não gerar nenhuma decisão real

As três limitações que travam a maioria dos modelos de avaliação, inclusive o seu

Por que avaliar a pessoa sem olhar para o time dela pode estar escondendo o problema real

Como sair da avaliação de duas vezes por ano sem perder profundidade

Como tirar esse peso do RH e colocar a liderança para tocar isso no dia a dia

O que esse case revela sobre a sua avaliação de desempenho:

Sua avaliação pode estar seguindo o manual à risca, e mesmo assim não gerar nenhuma decisão real

As três limitações que travam a maioria dos modelos de avaliação, inclusive o seu

Por que avaliar a pessoa sem olhar para o time dela pode estar escondendo o problema real

Como sair da avaliação de duas vezes por ano sem perder profundidade

Como tirar esse peso do RH e colocar a liderança para tocar isso no dia a dia

O problema

Quando a avaliação de performance chega, o problema já passou

A Tchê Turbo Telecom decidiu dar um giro de chave: performance não pode ser avaliada fora do contexto que a envolve. É o ambiente, a cultura, que favorece ou trava essa performance.

Pesquisa de clima
Avaliação de cultura
Performance individual
Performance de time
Feedback pontual
Check-ins
RH conduzindo sozinho
Liderança operando o modelo
Dado atrasado
Dado em tempo real
Antes e agora

De poucos momentos de avaliação para 12 meses de gestão contínua.

A mudança fica mais clara quando os dois modelos são vistos no mesmo calendário: antes, grandes rituais concentrados; agora, ciclos coordenados de cultura e performance, check-ins individuais e escuta ao longo do ano.

Antes e agora no mesmo calendário
Monitoramento contínuo
AntesModelo concentrado em poucos momentos
Rituais
MARAvaliação formal
180° · calibragem · feedbacks · PDIs
SETAvaliação formal
novo ciclo concentrado
NOVGPTW / Clima
escuta anual
AgoraModelo distribuído ao longo do ano
Cultura
GPS de CulturaGPS de Cultura
Times
Performance de TimesPerformance de Times
Indivíduo
FEVCheck-in
MAICheck-in
AGOCheck-in
NOVCheck-in
Escuta
Março
Semana 1: avaliação de cultura
Semana 2: performance de times
Setembro
Semana 1: avaliação de cultura
Semana 2: performance de times

Quatro camadas passam a coexistir: cultura, performance dos times, acompanhamento individual e escuta contínua.

O problema

Quando a avaliação de performance chega, o problema já passou

A Tchê Turbo Telecom decidiu dar um giro de chave: performance não pode ser avaliada fora do contexto que a envolve. É o ambiente, a cultura, que favorece ou trava essa performance.

Pesquisa de clima
Avaliação de cultura
Performance individual
Performance de time
Feedback pontual
Check-ins
RH conduzindo sozinho
Liderança operando o modelo
Dado atrasado
Dado em tempo real

Quatro benefícios, uma nova forma de gerir cultura + performance

A mudança não simplificou apenas a avaliação. Ela reduziu o esforço necessário para manter o processo funcionando e distribuiu a gestão entre RH e liderança ao longo do ano.

01 · EFICIÊNCIA OPERACIONAL

Muito menos trabalho operacional para o RH

Coleta, distribuição, acompanhamento e consolidação deixam de depender de grandes operações pontuais. O fluxo roda de forma contínua e, em grande parte, automatizada.

Quanto tempo do RH deixa de ser consumido pela operação?

02 · LIDERANÇA OPERANDO O MODELO

A liderança passa a operar o modelo

Os líderes acompanham seus próprios times, fazem check-ins, registram ações e recebem os dados necessários para conduzir as conversas. O RH deixa de centralizar cada etapa.

Como a responsabilidade passa a ser distribuída ao longo do ano?

03 · TEMPO PARA AGIR

Informação enquanto ainda existe tempo para agir

Em vez de descobrir meses depois o que aconteceu, a empresa acompanha cultura, times e pessoas durante o ciclo e consegue atuar quando os sinais aparecem.

Quanto vale agir antes do problema consolidar?

04 · MAIS VALOR COM MENOS ESFORÇO

Mais valor com menos esforço

O tempo que antes era consumido organizando formulários, cobranças, consolidações e grandes ciclos passa a ser usado para interpretar os dados, definir prioridades e apoiar as lideranças.

O que muda quando o tempo sai da operação e vai para a decisão?

Antes e agora

De poucos momentos de avaliação para 12 meses de gestão contínua.

A mudança fica mais clara quando os dois modelos são vistos no mesmo calendário: antes, grandes rituais concentrados; agora, ciclos coordenados de cultura e performance, check-ins individuais e escuta ao longo do ano.

Antes e agora no mesmo calendário
Monitoramento contínuo
AntesModelo concentrado em poucos momentos
Rituais
MARAvaliação formal
180° · calibragem · feedbacks · PDIs
SETAvaliação formal
novo ciclo concentrado
NOVGPTW / Clima
escuta anual
AgoraModelo distribuído ao longo do ano
Cultura
GPS de CulturaGPS de Cultura
Times
Performance de TimesPerformance de Times
Indivíduo
FEVCheck-in
MAICheck-in
AGOCheck-in
NOVCheck-in
Escuta
Março
Semana 1: avaliação de cultura
Semana 2: performance de times
Setembro
Semana 1: avaliação de cultura
Semana 2: performance de times

Quatro camadas passam a coexistir: cultura, performance dos times, acompanhamento individual e escuta contínua.

Por que a BOOM

Por que a BOOM é diferente?

Descubra como nossa abordagem única de cultura organizacional vai além das práticas tradicionais.

Uma das abordagens mais avançadas e modernas de Cultura Organizacional

A maior parte dos modelos é derivada das primeiras ondas da gestão de RH: centradas em clima, satisfação e fit cultural, mas sem ir para o nível estratégico e operacional. Hoje, cultura é a interface entre estratégia e execução no sistema operacional corporativo. A BOOM enquadra dessa forma.

Reconhecida por quem conhece

Empresas, líderes e especialistas em cultura que tiveram contato com o modelo destacam: profundidade, clareza e aplicabilidade prática superiores às alternativas conhecidas no mercado.

Muito além de valores, clima e engajamento

Nosso modelo aborda a cultura de forma completa, indo além de pessoas e valores, integrando aspectos de negócio. É gestão da cultura.

Mais estratégico e pragmático do mercado

Enquanto outros modelos se limitam a aspectos pontuais e específicos, a BOOM lê a engrenagem completa da empresa. Nosso modelo integra todos os elementos necessários para se vencer nos dias de hoje, mostrando como tudo se conecta e onde os ajustes precisam ser feitos.

Feita para falar a linguagem dos negócios

Decisões estratégicas exigem dados concretos. Nosso modelo traduz cultura para números, indicadores e frameworks claros, facilitando a conexão com o C-Level e garantindo que cultura se torne uma ferramenta de gestão e crescimento.

Cultura como meio, não como fim

Invertemos a lógica: conectamos objetivos estratégicos a comportamentos-chave, transformando-os em meio para atingir metas e crescer.

Para líderes de cultura

Você já sabe que cultura
impacta resultado.
Agora você pode provar.

Você sempre soube que cultura move o negócio. Com a BOOM, você tem os dados para provar, a cadência para sustentar e a linguagem para levar essa conversa ao nível que ela merece.

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