Cultura forte não é consequência do resultado.
É condição para ele.
Assim seria a rotina de uma empresa parecida com a sua, com o GPS da BOOM.
1
Antes do GPS
421 /1000
RH percebe o atrito no dia a dia, mas só tem pesquisa de clima anual. Sem um indicador único, cada decisão sobre cultura vira palpite.
2
Diagnóstico
38%
Você ganha clareza
Você para de adivinhar onde está o problema. Um único número mostra a maturidade da cultura e aponta a área puxando tudo para baixo, nesse caso, uma distância de 38% entre o que a liderança fala e o que pratica.
3
Ação
3 rituais
Direção certa
Você sabe exatamente o que fazer primeiro. Em vez de uma lista de boas intenções, você tem metas por trimestre e uma pessoa responsável em cada área crítica.
4
6 meses depois
780 /1000
Peso na mesa decisória
Você senta com o board mostrando a evolução mês a mês. A conversa passa a incluir quanto esses fatores culturais custam ou geram para o negócio.
O que muda na prática
De um número solto uma vez por ano para um sistema de gestão contínua.
Você acompanha mês a mês onde agir primeiro e quanto as mudanças estão gerando para o negócio.
+85%
no Index de Cultura
-22%
em turnover nas áreas críticas
Como isso funciona na prática
Cultura forte deixa de ser hipótese e passa a ser gerida.
Um exemplo de como o GPS organiza o diagnóstico, orienta a ação e mostra a evolução da cultura ao longo do tempo.
Antes do GPS421
O problema aparece, mas ninguém consegue explicar sua origem.
O RH percebe atritos, desalinhamentos e queda de execução, porém trabalha com sinais dispersos e uma pesquisa anual.
Diagnóstico e ação38%
O GPS identifica o fator cultural que pede prioridade.
A empresa encontra uma distância de 38% entre discurso e prática da liderança e transforma o diagnóstico em metas, responsáveis e rituais de acompanhamento.
6 meses depois780
A área de Cultura passa a levar evolução e consequência para a mesa.
O board acompanha a mudança da cultura e entende quais fatores favorecem ou limitam a execução do negócio.
+85%no Index de Cultura
-22%em turnover nas áreas críticas
O ganho central: a empresa deixa de discutir cultura por percepção e passa a acompanhar onde agir, quem responde e o que evoluiu.
✷
Dados de cultura no board
✷
Agenda estratégica
✷
Conversa com o C-Level
✷
Cultura sob gestão
✷
Diagnóstico profundo
✷
Inteligência organizacional
✷
Dados de cultura no board
✷
Agenda estratégica
✷
Conversa com o C-Level
✷
Cultura sob gestão
✷
Diagnóstico profundo
✷
Inteligência organizacional
✷
Roteiro, não relatório
✷
Cadência do negócio
✷
Cultura distribuída
✷
Decisões mais rápidas
✷
Prioridades claras
✷
Liderança com dados
✷
Roteiro, não relatório
✷
Cadência do negócio
✷
Cultura distribuída
✷
Decisões mais rápidas
✷
Prioridades claras
✷
Liderança com dados
Os 6 poderes que o RH ganha com a BOOM.
01
Entra no board com dados e sustenta a conversa
com o C-Level
Para de falar de engajamento e começa a falar de negócio. Leva
inteligência para a sala estratégica, onde ninguém mais quer ouvir
sobre pesquisa.
02
Eleva a área de cultura a uma
plataforma de inteligência organizacional
Sai de uma área pontual no organograma para algo presente em toda a
organização, com visibilidade dos comportamentos reforçados em cada
área. De diagnóstico isolado para presença contínua na jornada.
03
Acelera a transformação até 3x mais rápido
Para de medir sintoma e começa a entender causa. Com os dados certos,
cada movimento é cirúrgico e o resultado esperado fica mais fácil e
rápido de alcançar.
04
Gerencia cultura com a mesma cadência e rigor do negócio
Metas são medidas a cada três meses. Resultados financeiros, a cada
trimestre. A cultura também passa a contar com indicadores próprios,
ciclos definidos e acompanhamento contínuo.
05
Você entende a organização inteira antes de todo mundo
Ganha visibilidade dos comportamentos em todos os times, antecipa
problemas e identifica quais condições culturais favorecem ou
limitam os resultados.
06
Você delega cultura para a liderança
Cada líder recebe os dados do próprio time, enxerga o que está sendo
reforçado e constrói um plano de ação concreto. A cultura passa a ser
distribuída com método e acompanhamento.
✷
Dados de cultura no board
✷
Agenda estratégica
✷
Conversa com o C-Level
✷
Cultura sob gestão
✷
Diagnóstico profundo
✷
Inteligência organizacional
✷
Dados de cultura no board
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Agenda estratégica
✷
Conversa com o C-Level
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Cultura sob gestão
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Diagnóstico profundo
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Inteligência organizacional
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Roteiro, não relatório
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Cadência do negócio
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Cultura distribuída
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Decisões mais rápidas
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Prioridades claras
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Liderança com dados
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Roteiro, não relatório
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Cadência do negócio
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Cultura distribuída
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Decisões mais rápidas
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Prioridades claras
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Liderança com dados
Os 6 poderes que o RH ganha com a BOOM.
01
Entra no board com dados e sustenta a conversa
com o C-Level
Para de falar de engajamento e começa a falar de negócio. Leva
inteligência para a sala estratégica, onde ninguém mais quer ouvir
sobre pesquisa.
02
Eleva a área de cultura a uma
plataforma de inteligência organizacional
Sai de uma área pontual no organograma para algo presente em toda a
organização, com visibilidade dos comportamentos reforçados em cada
área. De diagnóstico isolado para presença contínua na jornada.
03
Acelera a transformação até 3x mais rápido
Para de medir sintoma e começa a entender causa. Com os dados certos,
cada movimento é cirúrgico e o resultado esperado fica mais fácil e
rápido de alcançar.
04
Gerencia cultura com a mesma cadência e rigor do negócio
Metas são medidas a cada três meses. Resultados financeiros, a cada
trimestre. A cultura também passa a contar com indicadores próprios,
ciclos definidos e acompanhamento contínuo.
05
Você entende a organização inteira antes de todo mundo
Ganha visibilidade dos comportamentos em todos os times, antecipa
problemas e identifica quais condições culturais favorecem ou
limitam os resultados.
06
Você delega cultura para a liderança
Cada líder recebe os dados do próprio time, enxerga o que está sendo
reforçado e constrói um plano de ação concreto. A cultura passa a ser
distribuída com método e acompanhamento.
O que costuma passar pela sua cabeça agora
Três dúvidas justas.
“Vou ter que trocar a minha pesquisa de clima?”
O GPS acrescenta uma leitura sobre como a cultura opera, enquanto a pesquisa de clima acompanha a percepção das pessoas. Os dois instrumentos podem conviver.
“Isso vira mais um projeto gigante de meses?”
O trabalho começa com o diagnóstico e segue por ciclos de acompanhamento, com prioridades definidas e evolução mensurável ao longo do tempo.
“O board vai levar isso a sério?”
O GPS organiza a cultura em índices, mapas e relações com os indicadores do negócio, oferecendo uma base objetiva para a conversa com a diretoria.
O que costuma passar pela sua cabeça agora
Três dúvidas justas.
“Vou ter que trocar a minha pesquisa de clima?”
O GPS acrescenta uma leitura sobre como a cultura opera, enquanto a pesquisa de clima acompanha a percepção das pessoas. Os dois instrumentos podem conviver.
“Isso vira mais um projeto gigante de meses?”
O trabalho começa com o diagnóstico e segue por ciclos de acompanhamento, com prioridades definidas e evolução mensurável ao longo do tempo.
“O board vai levar isso a sério?”
O GPS organiza a cultura em índices, mapas e relações com os indicadores do negócio, oferecendo uma base objetiva para a conversa com a diretoria.